Por que investi em Bitcoin no Atlas Quantum?

Site do Atlas Quantum
(Internet)

Já ouviu falar em uma corretora chamada Atlas Quantum?

Pois é, até meados de abril, eu também não. Até que meu irmão me indicou e resolvi pesquisar sobre. E desde 27 de maio que Bitcoins investidos nesta corretora fazem parte da carteira Daninvest.

O grande diferencial da Atlas Quantum é usar robôs para fazer arbitragem de compra e venda de Bitcoins.

Explicando melhor: há diversas corretoras de compra e venda desta criptomoeda espalhadas pelo mundo. Todas elas acompanham o sobe-e-desce do valor do Bitcoin. Só que há pequenos “atrasos” na correção de preço entre elas, uma vez que a informação demora a chegar em certos lugares. É aí que os robôs do Atlas Quantum atuam: eles aproveitam essas micro-diferenças de preço para lucrar.

E tem dado certo: nos últimos 365 dias, o rendimento já ultrapassou 70%!

Pretendo continuar por um bom tempo, pois acredito que a moeda do Facebook ainda vai ajudar bastante as criptomoedas de uma maneira geral.

Por que investi em 72 Altcoins?

"Altcoins - Alternative Cryptocurrencies" by orgalpari is licensed under CC BY 2.0
“Altcoins – Alternative Cryptocurrencies” by orgalpari is licensed under CC BY 2.0

Uma das curiosidades de leitores com relação à carteira Daninvest foi o fato de eu ter investido uma pequena parte do capital em 72 altcoins.

Quando e por que fiz isso?

Foi entre agosto e outubro de 2017, época em que o Bitcoin começou a ficar em evidência. Na sua onda, vieram o lançamento de diversas criptomoedas alternativas.

Conforme explicado neste post, decidi esquecer o Bitcoin e colocar um pingado em cada uma das 72 altcoins disponíveis na corretora Poloniex, na esperança de que alguma delas explodisse, como aconteceu com o Bitcoin desde 2010.

É verdade que amarguei prejuízo em 2018, com a queda vertiginosa da cotação do Bitcoin e da suspensão, por parte da Poloniex, de negociação de algumas criptomoedas. Mas ocorreu uma substancial recuperação no ano corrente.

Mas o valor que investi é baixo e o risco vale a pena. Ainda vou aguardar um longo período até decidir se vendo tudo ou continuo.

Na dúvida sobre criptomoedas? Então compre várias!

"Altcoins - Alternative Cryptocurrencies" by orgalpari is licensed under CC BY 2.0
“Altcoins – Alternative Cryptocurrencies” by orgalpari is licensed under CC BY 2.0

Sou particularmente fã do filme “Uma Mente Brilhante,” com Russell Crowe no papel do matemático Jonh Nash. O filme conta a história do homem
que criou a teoria “Equilíbrio de Nash”. No filme há uma explicação bem resumida desta teoria.

Em uma determinada cena em um bar, um grupo de garotas, sendo uma loira e quatro morenas, chega ao ambiente. A loira chama mais atenção dos solteiros que suas amigas morenas. Eles decidem que o melhor deles leva a loira. Mas Jonh Nash tem um “insight” e conclui que é um erro seus amigos disputarem a loira, pois ela vai se sentir supervalorizada e poderá recusar a todos eles. Além disso, suas amigas morenas ficarão ofendidas por serem as segundas opções e também recusarão os solteiros. Resultado: ninguém vai ficar com ninguém.

Mas, por outro lado, se cada um dos solteiros focar em uma morena, estas se sentirão lisonjeadas por terem sido escolhidas antes da loira, o que vai aumentar a chance dos solteiros com elas. Para tanto, basta que os rapazes combinem entre si quem vai chegar em qual morena. A cooperação entre eles poderá fazer com que todos se dêem bem. Grosso modo, este é o princípio do “Equilíbrio de Nash.”

No mundo das criptomoedas ou altcoins, a loira do filme é a Bitcoin. Ela está supervalorizada, todos olham para ela, todos a querem. Com isso, ela vai ficando cada vez mais cara e mais inacessível. E, na cotação em que ela se encontra, já não vai mais enriquecer alguém com com pouco dinheiro. Pois, segundo a Economist, quem tivesse comprado cerca de 25 dólares em Bitcoins no ano de 2010, hoje seria um milionário. Neste período, a moeda valorizou-se 45.000 vezes. Já hoje, dizem que ela poderá chegar a 100 mil dólares. É bastante dinheiro, mas representa uma valorização de “apenas” 20 vezes.

Se você quer dar a mesma chance de valorização ao seus investimentos que a Bitcoin deu aos seus investidores há 7 anos atrás, então precisa esquecer a loira das moedas e focar nas morenas, que ainda estão desvalorizadas. Há 2 anos atrás, coloquei R$ 25 em cerca de 72 moedas, na esperança de que alguma dessas bombem. Se não bombar, paciência. Faz parte do jogo.

Sempre lembrando: coloque no máximo 5% do seu patrimônio neste tipo de ativo. É um ativo variável e novo, por isso traz consideráveis riscos.

Mas não deixe de dar várias chances à sorte.

Bitcoin volta a ganhar força graças ao Facebook

(Internet)
(Internet)

Desde o dia da notícia de que o Facebook estaria lançando sua moeda virtual, a Libra, o Bitcoin já valorizou-se 24%.

Não é mera coincidência. Especialistas em criptomoedas acreditam que, ao contrário do que se esperava, a Libra não diminuirá a importância do Bitcoin, mas ajudará a fomentar o mercado de moeda virtual como um todo.

Como sabemos, o Bitcoin é descentralizado, não há um responsável direto. Por isso, acredita-se que, com o suporte e expertise por trás da Libra advinda do Facebook, as moedas virtuais seriam melhor adaptáveis às compras do dia-a-dia, que é o ponto fraco do Bitcoin hoje.

Conheça Libra, a criptomoeda do Facebook

Estaria o Bitcoin ameaçado?

O Facebook anunciou ontem a sua própria criptomoeda, chamada Libra.

Seria ela mais uma dentre milhares de moedas virtuais já existentes no mercado, como Etherium, Monero e Riple? Parece que não, e a resposta é óbvia: a nova moeda conta com o suporte e a estrutura tecnológica de uma das empresas mais poderosas e avançadas do mundo.

A justificativa do Facebook para a sua criação é que a nova moeda vai facilitar e dar maior segurança às transações financeiras realizadas na internet, principalmente através dos seus produtos como Whatsapp, Messenger e talvez o Instagram.

Se você se animou e quer investir na moeda, calma! Ela só deve estar no mercado em 2020.

Bitcoin está indo ladeira abaixo

A criptomoeda Bitcoin desceu a ladeira nesta semana, com desvalorização de 30% e ficando, pela primeira vez, abaixo de US$ 5.000 desde setembro do ano passado.

Fosse apenas o Bitcoin caindo, estaria tudo bem, faz parte da vida. Porém sua queda arrastou consigo importantes moedas virtuais como Ethereum, Bitcoin Cash e Stellar. Na verdade, foi uma queda generalizada.

Tempos difíceis para quem apostou nesta tecnologia revolucionária recentemente.

Mas para quem apostou há anos atrás, não há motivo para pânico.

Bitcoin já perdeu metade do seu valor em 2018

O ano de 2018 não tem sido nada bom para quem investiu em Bitcoins no final de 2017. Desde 1 de janeiro, a criptomoeda perdeu metade do seu valor. Passou de R$ 53.149 por moeda para  R$ 25.945.

Já quem investiu no começo de 2017 não tem do que reclamar. A moeda estava em R$ 3.650 naquela época. Logo, o valor investido foi multiplicado por sete.

Bitcoin a US$ 100 mil ainda este ano

De acordo com o analista Fausto Botelho, da Enfoque Informações Financeiras, a criptomoeda Bitcoin pode bater a casa dos US$ 100 mil ainda este ano. Como hoje ela está cotada a US$ 6.400, seria uma valorização de 15 vezes.

O problema é que toda semana aparece uma análise parecida com essa no exterior. Ou até mesmo pessimistas dizendo que a moeda vai afundar mais.

A verdade é que ninguém sabe o que vai acontecer.

Bitcoin oscila R$ 15.000 nos últimos 6 meses

(internet)
(internet)

A moeda digital que promete (por enquanto só promete) ser um dos principais ativos do mundo nos próximos anos tem oscilado entre patamares constantes, ou seja, tem andado de lado. 

Nos últimos 6 meses, a máxima da moeda foi de R$ 38.096 e mínima, R$ 23.000. Ou seja, algo em torno de R$ 15.000. Bom para os especuladores de curto prazo, mas ruim para aqueles que esperam que seu investimento se multiplique.

Porém, é bom lembrar que há 2 anos atrás a moeda valia bem menos, cerca de R$ 1.800,00

Neste caso, a paciência pode ser uma virtude.