O espetacular investimento em Banco Pan: 196% de valorização!

 

Era final de janeiro/2019. O Brasil estava há poucos dias sob nova gestão, e a ordem era vender todos os ativos que pudesse. Na Caixa, um dos ativos na mira era a participação no Banco Pan. Segundo fontes do Estadão, o banco estava com pressa se desfazer deste ativo.

Então me deparei com esta notícia da MoneyTimes, dizendo que as ações do ex-banco do Sílvio Santos tiveram forte valorização após o vazamento do Estadão. Identifiquei aí uma boa oportunidade de investimento, já que o mercado adora uma privatização. Chequei os fundamentos da empresa e entrei com o preço a R$ 2,11. A estratégia era vender um ano após o desfazimento da participação da Caixa. Considerava que este era um tempo razoável para que o mercado precificasse corretamente as ações após gestão 100% privada.

Os meses se passaram e o papel foi conquistando valorizações generosas. Em outubro, vendi parte do investimento com valor equivalente ao capital inicial. Ou seja, peguei de volta o valor investido e continuava no papel apenas com o lucro.

Em meados de abril de 2020, devido aos diversos acontecimentos que todos nós já sabemos, percebi que a maré estava virando no governo e que a Caixa tinha problemas demais para se preocupar antes da venda do Banco Pan. Então, no dia 16, coloquei uma ordem de stop loss a R$ 5,45 em todos os papéis que eu tinha. A ordem foi executada uma semana depois.

Resultado: calculando o preço médio das venda em outubro/2019 e abril/2020, chego ao valor de venda final de R$ 6,25. Como comprei todos os papéis a R$ 2,11, chego ao fantástico resultado de 196% de valorização! Praticamente tripliquei o valor investido! Para se ter uma ideia, no mesmo período, o Ibovespa desvalorizou-se -16% e o CDI girou em torno de 5%.

Este investimento me abriu os olhos para empresas pouco faladas na bolsa, as chamadas microcaps e smallcaps. São empresas de menor valor de mercado e menos famosas, mas com imenso potencial de crescimento.

Olho nelas!

Paulo Guedes perde força no governo e privatizações ficam ameaçadas

Sei que o foco do noticiário do dia foi o Ministério da Justiça, mas quero falar da economia. Pois ontem o Ministro da Casa Civil apresentou um programa muito parecido com o PAC de Lula e Dilma. Ambos tem em sua espinha dorsal o crescimento econômico promovido por investimentos do estado. E o projeto foi feito sem a consulta de Paulo Guedes, que é um liberal convicto. Isso evidencia que Guedes não é mais o Posto Ipiranga do presidente. E assim o ministro e seus projetos perdem força.

Isto acende o sinal amarelo nos investimentos calcados em privatizações. Na manhã de hoje, ao avaliar o cenário descrito acima, decidi colocar uma ordem de stop loss em Eletrobras a R$ 24,25. E na semana passada eu já havia colocado uma ordem semelhante nos papéis do Banco Pan, a R$ 5,45, que acabaram sendo executadas hoje à tarde. Havia percebido que a Caixa tinha problemas mais urgentes para pensar no curto e médio prazo do que a venda de sua participação no ex-banco do Sílvio Santos. Falarei com mais detalhes sobre este investimento em breve.

Hoje à noite, mais um forte indício da minoração de Guedes: o Jornal da Record, canal que é amigo do rei, bateu forte em sua figura. Entre as várias críticas feitas, acusou o Ministro da Economia de falta de sensibilidade com os mais pobres.

A maré virou mesmo na macroeconomia brasileira.

Por que investi em BPAN4 – Banco Pan?

(Reprodução / Interne
(Reprodução / Interne

Após divulgar o balanço semestral da minha carteira de renda variável, alguns amigos perguntaram-me como eu sabia que a ação do Banco Pan iria saltar de R$ 2,11 em janeiro para os atuais R$ 10,08.

Aí é que está: eu não sabia! Apenas percebi indícios de que essa seria uma boa ação para se investir.

Assim que a Caixa anunciou que queria se desfazer de sua participação no Banco Pan e o mercado gostou, vi que ali tinha potencial de valorização ainda maior até a negociação se concretizar. Pois o mercado adora investir em empresas que serão privatizadas, mesmo que em parte e mesmo sem saber se aquele negócio é lucrativo ou não no médio e longo prazo.

Só que o impulso foi melhor do que o esperado. Cerca de 1 mês depois da minha aquisição, já havia uma valorização de quase 50% em seu preço.

Até que, ao final de maio, a Empiricus também se deu conta do potencial do Banco Pan e passou a recomendar sua compra. Aí a BPAN4 explodiu!

Carteira Daninvest valorizou-se 105,95% no 1º Semestre

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O 1º semestre foi ótimo para os investimentos em ativos variáveis. Com a perspectiva da melhora da economia, os grandes players do mercado tiraram o escorpião do bolso e apostaram nas empresas brasileiras. Tanto é que o Ibovespa valorizou-se 14,9% no período.

Mas para a carteira Daninvest, o período não foi ótimo não… foi fantástico! A carteira conquistou um resultado espetacular: rendimento de 105,95% no 1º semestre de 2019. Ou seja, ela mais que DOBROU de valor!

Mas o que é a Carteira Daninvest?

É simplesmente os investimentos que faço em renda variável. 90% do meu patrimônio está alocado em renda fixa (Tesouro Selic, FGTS e Fundo de Pensão), os outros 10% estão aplicados em renda variável.

Como foi o desempenho da carteira?

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Note que os valores estão mensurados por pontos, por questão de sigilo patrimonial.

Devo destacar que a grande sensação do período foi o Banco Pan. Comprei papéis da empresa assim que saiu a notícia no Money Times de que a Caixa estava querendo vender sua participação no antigo banco do Sílvio Santos. Como o mercado adora uma privatização, resolvi surfar na onda. Só que não esperava tanto: de R$ 2,11 em 28/01, as ações estão precificadas hoje em incríveis R$ 10,20! Posteriormente, além da perspectiva de sua venda pela estatal, contaram também a digitalização acelerada dos seus serviços e a recomendação da Empiricus para a compra deste ativo.

Veja a importância que o ativo ganhou na carteira no período, saltando de 21,2% para 43,5%:

Início do Semestre
Início do Semestre
Fim do Semestre
Fim do Semestre

Para o post não ficar muito extenso, vou parando por aqui. Mas voltarei a fazer comentários sobre a carteira nos próximos posts. E todo início de mês farei a atualização do seu valor.

Ah, e só para deixar claro: esse post não configura sugestões ou orientações de investimentos. É apenas demonstrativo.

Ações do Banco Pan já valorizaram-se quase 250% em 2019

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Uma das grandes sensações da bolsa de valores brasileira é, sem dúvida, o Banco Pan. O ex-banco de Silvio santos valorizou-se quase 250% neste ano. Ou seja, quase QUADRIPLICOU de valor em poucos meses. Mas por que?

Os investidores acreditam que a primeira grande valorização deveu-se à intenção da Caixa Econômica em apressar-se em vender sua participação no capital do banco, anunciado ao final de janeiro.

Porém não foi só isso. O balanço positivo e a indicação da Empiricus fez, no final do mês passado, dar um salto significativo.

Tudo indica que o futuro da empresa continua promissor, principalmente com o forte viés de negócio digital que a empresa adquiriu este ano.