Empresas de tecnologia marcam presença na Bienal do Livro 2019

Num mercado em que a venda online de livros só cresce, as empresas de tecnologia não poderiam ficar de fora da Bienal do Livro 2019, no Rio de Janeiro. Confira agora as 3 que marcaram presença:

MICROSOFT

A empresa de Bill Gates não vende livros, mas fez questão de marcar presença  no evento com o seguinte posicionamento: nossos softwares ajudam você a criar seu livro de forma colaborativa.

 

SUBMARINO

Única brasileira no evento e grande player do mercado online, a Submarino posicionou sua marca de forma tradicional, transmitindo a mensagem de que sua plataforma é uma ótima opção para comprar seus livros com desconto.

 

AMAZON

A gigante americana usou o evento para divulgar o seu e-reader Kindle. Com este produto, o usuário tem acesso a centenas de publicações digitais da biblioteca da Amazon. E o Kindle consegue simular quase que com perfeição a aparência de uma página de livro.

A Bienal do Livro 2019 está acontecendo no pavilhão de eventos Riocentro, no Rio de Janeiro, e vai até o dia 08 de setembro.

Correios é cobiçado por Alibaba e Amazon

(Elza Fiuza/Agência Brasil)
(Elza Fiuza/Agência Brasil)

Leandro Mazzini, colunista do jornal O Dia, trouxe ontem a informação em sua coluna de que fontes internas dos Correios admitem que há uma disputa em andamento entre a chinesa Alibaba e a americana Amazon pela compra da estatal, se e quando ela for privatizada.

É bom lembrar que, hoje, os Correios só possuem o monopólio de entrega das cartas e documentos. Então, ao meu ver, o que interessa mesmo a estas empresas é sua estrutura logística, como frota, estrutura física e banco de dados.

O difícil será para alguns engolir uma empresa tradicional brasileira passar às mãos de uma estrangeira.

Amazon quer entrar no mercado financeiro

A gigante de Jeff Bezos não quer ficar somente na intermediação de compra e venda de produtos online. Ela também quer intermediar serviços financeiros.

No momento, há intensas conversas com o seu já parceiro JP Morgan Chase para criar produtos destinados aos jovens desbancarizados – aqueles sem contas-correntes ou cartões de crédito.