7 passos para ter estabilidade de emprego

Uma das qualidades que mais atraem profissionais para trabalhar no setor público é a estabilidade.

No setor público, você não perde o emprego se o novo gerente não for com a sua cara. Nem tampouco se aquele cliente importante resolve, de uma hora pra outra, trabalhar com um concorrente que oferece o mesmo produto ou serviço pela metade do preço. Ou ainda se uma severa crise econômica se instalar no Brasil. Nada disso.

No serviço público, salvo crimes cometidos, seu emprego está garantido. As mulheres podem tirar licença-maternidade sem sustos. Os homens podem dormir mais sossegados, sabendo que a mensalidade da escola da filha está garantida.

O problema é entrar no setor público. Em geral, apenas 5% dos mais bem colocados são convocados. É um “céu de brigadeiro” onde que muitos querem estar, mas onde só voam aviões pequenos. Infelizmente não é pra todo mundo.

Hoje sou empregado público, mas trabalhei durante 10 anos na iniciativa privada. Passei por 5 empresas e só fui demitido em uma, e não por incompetência. Por isso eu digo que é possível, sim, ter estabilidade fora do serviço público, no sentido de nunca ficar sem trabalho. Como? É o que vou te dizer agora:

 

  1. Busque QUALIFICAÇÃO sempre! Com ela, nós podemos nos impor no mercado de trabalho. Podemos nos dar ao luxo de escolher um emprego de melhor remuneração ou melhor ambiente. Qualificado, você será disputado. Busque qualificação e ganhe poder de negociação com seu futuro empregador. O que não falta são cursos com preço justo ou até mesmo de graça na internet, além de vasta informação. E busque qualificação de forma contínua: a cada 6 meses, aprenda algo novo que melhore seu currículo. Assim você sempre acompanha as tendências do mercado e não fica obsoleto;

 

  1. A cada 6 meses, atualize seu currículo. Pois em caso de uma demissão inesperada, você vai estar preparado, não perdendo muito tempo para atualizar seu material, agilizando assim sua recolocação. Se for do perfil do seu tipo de trabalho, deixe atualizado também seu portfólio;

 

  1. Busque um emprego de carteira assinada ou cobre mais. Além de garantir benefícios como FGTS e seguro-desemprego, a carteira assinada demonstra que a empresa é minimamente organizada. Sendo assim, as chances de atraso de salário ou demissão por motivos levianos são menores. Caso você não tenha opção ou prefira trabalhar como Pessoa Jurídica, peça algo em torno de 30 ou 40% a mais do que seria seu salário, para compensar os benefícios perdidos;

 

  1. Seja profissional. Preste atenção nos mínimos detalhes. Seja pontual e faça o que lhe pedem com capricho e esmero. Assim você ganha uma boa imagem pelos seus resultados e evita falhas bobas que comprometam sua reputação;

 

  1. Fale pouco. Evite fazer inimigos e desfaça mal entendidos. Desse modo você evita puxadores de tapete e tem em quem se apoiar nas horas de crise;

 

  1. Tenha um “colchão financeiro.” Significa ter um valor equivalente entre 6 a12 meses de gastos mensais aplicados na poupança ou tesouro direto. Assim você tem um suporte financeiro para segurar as contas em caso de uma demissão.

 

  1. Tenha uma rede de contatos ativa. Mantenha atualizado sua página no Facebook e, principalmente, no Linkedin, recheada de contatos relacionados ao seu trabalho. Se possível, tenha uma lista de e-mails de empresas em que você gostaria de trabalhar. Desse modo você espalha mais rapidamente a notícia que está disponível no mercado.

 

E para concluir, saiba de um segredo que quase todos os funcionários públicos já sabem: estabilidade não é sinônimo de felicidade!

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