Streaming da Disney chega ao Brasil em 2020

Mais uma opção de filmes e séries em streaming estará disponível ao público brasileiro em 2020.

Já contamos com a Netflix e a Prime Video. Agora é a Disney que está entrando neste mercado com força, disponibilizando todo o seu qualificado e popular catálogo de filmes e séries para transmissão via internet.

A promessa é que o serviço chegue à América Latina em 2020, e com novidades. Destaco a franquia Star Wars, onde já está confirmado o lançamento de duas séries: “The Mandalorian” (foto) e outra sobre a vida do Jedi Obi-Wan Kenobi.

O valor será bem mais em conta do que sua principal concorrente, Netflix. Tudo indica que o custo para ter a transmissão simultânea em 4 aparelhos será de R$ 16. Para se ter uma ideia da vantagem econômica, o mesmo tipo de pacote na Netflix custa R$ 45,90 mensais.

A briga vai ser boa!

Mercado Livre quer entregar encomendas em até 24 horas

Um dos gargalos da venda online é a demora em ter o produto em mãos. Sem dúvida é bem mais barato comprar pela internet, mas é preciso esperar vários dias até que o produto chegue em casa.

Só que as empresas online estão acordando para este fato. A Amazon já está buscando ofertar entregas rápidas em até 2 dias. E agora o Mercado Livre começa a testar uma entrega mais rápida ainda, em até 24 horas!

Em parceria com a startup Delivery Center, a empresa argentina está experimentando essa nova modalidade na cidade de São Paulo, mais precisamente aos arredores do shopping Villa Lobos, para quem fizer a compra das 10h às 18h.

Se der certo, o Mercado Livre pretende expandir o serviço pouco a pouco para outras regiões do Brasil.

Empresas digitais estrangeiras poderão pagar mais imposto com a Reforma Tributária

(Luis Macedo/Câmara dos Deputados)

A bola da vez no Congresso Nacional é a Reforma Tributária. Se por um lado a proposta pode servir de impulso para as criptomoedas no Brasil, por outro pode tornar serviços como Uber e Netflix mais caros para o consumidor.

Isso porque a PEC 45, de autoria do deputado Baleia Rossi, prevê a unificação de vários impostos em um único Imposto sobre Operações de Bens e Serviços (IBS). E este imposto seria cobrado de forma diferenciada para empresas que atuem pela internet. Empresas como Netflix e Uber, que não são taxadas da mesma forma que companhias nacionais. A Reforma Tributária visa corrigir esta injustiça.

A revisão dos impostos brasileiros é muito bem vinda. Porém não pode ser ferramenta de protecionismo de mercado, e sim de justiça tributária.

Nubank libera a função débito para todos

Depois de zerar a fila de espera para avaliação de cartão de crédito, a Nubank agora acelerou de vez. Acabou também com a fila de espera para a ativação da função débito de seu cartão.

Ou seja, se alguém quiser ser cliente da fintech de cartão de crédito mais famosa do Brasil, não vai esperar trocentos dias para ser avaliado e mais trocentos dias para ter a função débito. A aprovação (ou desaprovação) será breve. Sendo aprovado, o cartão já vai múltiplo. Assim, o cliente poderá usar a NuConta não só para pagamentos online, mas também nas compras em estabelecimentos comerciais.

A Nubank já está sendo avaliada em US$ 10 bilhões pelo mercado, depois que a Softbank (multinacional japonesa de telecomunicações e internet) considerou entrar no negócio.

Atlas Quantum continua operando normalmente

Site do Atlas Quantum
(Internet)

Parte dos recursos aplicados pela Carteira Daninvest está alocada na corretora digital Atlas Quantum, cujo sistema de investimento foi detalhado aqui.

Esta corretora ganhou os holofotes nos últimos dias por 2 motivos: pela intensa campanha publicitária e pelo comunicado da CVM para que a corretora interrompa a oferta pública de arbitragem no Brasil.

O que ocorreu foi uma mera trava burocrática. De acordo com a Exame, “essas oportunidades de investimento configuram Contratos de Investimento Coletivo (CIC), nos termos do art. 2°, IX, da Lei n° 6.385, e, portanto, somente podem ser ofertadas publicamente mediante registro ou dispensa na CVM.” 

Ou seja: a Atlas Quantum não pode, temporariamente, captar novos clientes e recursos por falta de um simples registro.

É só providenciar a papelada e tocar o barco.

As baterias de celular feitas de grafeno vêm aí

Um dos maiores dramas do cidadão classe média do século XXI – a pequena duração da bateria de celular e o grande tempo usado para carregá-lo – pode ter fim em 2020.

A Samsung planeja mudar a composição de suas baterias de celular de lítio para o grafeno. E quer lançar modelos de celular com este tipo de bateria já no ano que vem.

E quais são as vantagens deste material?

1. Recarregamento mais rápido. Baterias de grafeno podem ter a carga completa em apenas meia hora;

2. Maior durabilidade. O grafeno demora mais tempo para desgastar-se do que o lítio. A bateria vai demorar mais tempo para ficar “viciada”;

3. Maior segurança. Volta e meio ficamos sabendo de alguns casos de baterias que pegaram fogo. De acordo com os especialistas, as características do grafeno diminuem drasticamente as chances de superaquecimento.

O que é a tão falada Indústria 4.0

O Brasil tem aproximadamente 12,8 milhões de pessoas desempregadas. É uma das maiores taxas de nossa história.

O senso comum atribui esta expressiva taxa à recessão econômica do biênio 2015-2016 e a lenta recuperação posterior. Porém há alguns que enxergam um motivo a mais para este número: a era da Indústria 4.0.

Também conhecida como a Quarta Revolução Industrial, a ideia da Indústria 4.0 resume-se na reunião de “máquinas inteligentes, análise computacional avançada e trabalho colaborativo entre pessoas conectadas para gerar profundas mudanças e trazer eficiência operacional para setores industriais diversos: manufatura, transporte, energia e saúde.” (Sebrae)

Trocando em miúdos: Indústria 4.0 é a automatização de rotinas por robôs e sistemas inteligentes que processam bilhões de dados.

Há quem defenda que parte considerável do desemprego brasileiro já é reflexo dessa nova era.

Eu tenho minhas dúvidas. O Brasil ainda não é tão desenvolvido assim nesta área.

Mas a tendência é essa.

Derrubando mitos sobre robôs no mercado de trabalho

Alguns entusiastas mais exaltados e empregados mais amedrontados às vezes exageram nas previsões que fazem acerca da automatização do trabalho. É bem verdade que algoritmos inteligentes estão cada vez mais presentes no dia-a-dia das empresas, mas isso não significa necessariamente demissões em massa.

Pois a Ernest & Young, uma das maiores consultorias de empregabilidade do mundo, diz que o diabo não é tão feio quanto parece. Não há dúvida de que o profissional que quer se manter competitivo no mercado de trabalho deve, sim, manter-se atualizado em relação às inovações digitais de sua área. Mas é preciso moderação.

Por isso, a consultoria listou os 3 mitos mais comuns sobre transformação digital no mercado de trabalho:

1 – “Todo o trabalho em escritórios será automatizado;”
No curto e médio prazo, as automações funcionam melhor em tarefas específicas.

2 – “Todos os empregados podem ser substituídos por máquinas;”
Funções estratégicas que exijam análise acurada e criatividade serão dos humanos por um longo tempo.

4 – “As novas tecnologias são a garantia de lucro.”
A tecnologia ajuda a dar velocidade e precisão a um negócio, mas é inútil se não for combinada com uma sólida estratégia de vendas.

As 9 profissões ligadas a TI com grande potencial de crescimento

(internet)

Continuando a lógica do post anterior, vou escrever agora sobre 9 tipos de trabalho aliados à tecnologia e com grande potencial de crescimento.

De acordo com 3 empresas que tratam do assunto (Robert Half do Brasil, Center for the Future of Work e O Futuro das Coisas), as 9 profissões em questão são essas:

1. Detetive de Dados: especialista em identificar tendências de consumo de clientes e possíveis clientes;

2. Facilitador de TI: cria plataformas automatizadas para usuários criarem seus próprio sistemas;

3. Talker: “companhia” digital de idosos, prestando atendimento através de plataformas digitais;

4. Gerente de equipe humanos-máquinas: responsável pela sinergia de esforços entre colaboradores humanos e automatizados;

5. Alfaiate Digital: especialista em formatar peças de roupas com medidas precisas para venda online;

6. Gestor de E-learning: diretor de escola digital. Responsável pela gestão de EAD, as famosas aulas remotas.

7. Consultor em transformação digital: orientador de empresas para readequação do negócio ao mundo digital;

8. Curador de Memórias Pessoais: especialista em recriar memórias de idosos com doenças degenerativas, através de VR (Realidade Virtual) e AR (Realidade Aumentada);

9. Especialista em Blockchain: profissional com foco nas transações comerciais utilizando a mesma tecnologia das criptomoedas.

Como ter emprego pelos próximos 4 anos

(Internet)

O jornal O Globo trouxe anteontem uma matéria interessante sobre as profissões que mais vão gerar vagas até 2023. A tecnologia, é claro, vai ditar a empregabilidade do trabalhador.

E não estamos falando das famosas startups, e sim de áreas como a indústria metalmecânica e a medicina, por exemplo.

Na indústria metalmecânica, os robôs estão ficando cada vez mais complexos, o que vai exigir conhecimentos mais especializados dos operadores.

Na área médica, a tecnologia está ajudando na redução de custos dos hospitais com gastos médicos. Pois através da inteligência artificial, é possível chegar a um diagnóstico mais rápido e preciso.

É claro que essas novas oportunidades vão exigir do trabalhador maior qualificação. Mas não estamos falando de cursar faculdade na área, e sim de ensino médio técnico ou um curso especializado na atividade. De acordo com a reportagem, será preciso qualificar nada menos do que 10,5 milhões de trabalhadores.

Viu só? Serão mais de 10 milhões de oportunidades futuras.