Empresas de tecnologia marcam presença na Bienal do Livro 2019

Num mercado em que a venda online de livros só cresce, as empresas de tecnologia não poderiam ficar de fora da Bienal do Livro 2019, no Rio de Janeiro. Confira agora as 3 que marcaram presença:

MICROSOFT

A empresa de Bill Gates não vende livros, mas fez questão de marcar presença  no evento com o seguinte posicionamento: nossos softwares ajudam você a criar seu livro de forma colaborativa.

 

SUBMARINO

Única brasileira no evento e grande player do mercado online, a Submarino posicionou sua marca de forma tradicional, transmitindo a mensagem de que sua plataforma é uma ótima opção para comprar seus livros com desconto.

 

AMAZON

A gigante americana usou o evento para divulgar o seu e-reader Kindle. Com este produto, o usuário tem acesso a centenas de publicações digitais da biblioteca da Amazon. E o Kindle consegue simular quase que com perfeição a aparência de uma página de livro.

A Bienal do Livro 2019 está acontecendo no pavilhão de eventos Riocentro, no Rio de Janeiro, e vai até o dia 08 de setembro.

Instagram vai ficar mais chato, pois os anúncios vão aumentar

O Facebook atraiu uma legião de usuários do Orkut porque não exibia anúncios e era focado na experiência do usuário, sempre com atualizações e novidades. Hoje em dia, de cada cinco posts no feed do Face, um é patrocinado. Fora as propagandas nas laterais. Esse é um dos motivos pelo qual muitos estão migrando para o Instagram.

Mas a festa da rede social de fotos com layout limpo e conteúdo que realmente interessa está acabando. Pois a cúpula do Facebook, empresa que controla o Instagram, ordenou que a plataforma dobre o número de exibições de anúncios, conforme reportou o veículo The Information.

O Facebook e o Instagram, que antes eram redes sociais com espírito jovem e feitos para jovens, tornaram-se empresas controladas por cabeças velhas, cada vez mais focados em agradar seus acionistas do que seu usuário.

A Apple passou por isso nos anos 80 e 90. E quase faliu.

Streaming da Disney chega ao Brasil em 2020

Mais uma opção de filmes e séries em streaming estará disponível ao público brasileiro em 2020.

Já contamos com a Netflix e a Prime Video. Agora é a Disney que está entrando neste mercado com força, disponibilizando todo o seu qualificado e popular catálogo de filmes e séries para transmissão via internet.

A promessa é que o serviço chegue à América Latina em 2020, e com novidades. Destaco a franquia Star Wars, onde já está confirmado o lançamento de duas séries: “The Mandalorian” (foto) e outra sobre a vida do Jedi Obi-Wan Kenobi.

O valor será bem mais em conta do que sua principal concorrente, Netflix. Tudo indica que o custo para ter a transmissão simultânea em 4 aparelhos será de R$ 16. Para se ter uma ideia da vantagem econômica, o mesmo tipo de pacote na Netflix custa R$ 45,90 mensais.

A briga vai ser boa!

Mercado Livre quer entregar encomendas em até 24 horas

Um dos gargalos da venda online é a demora em ter o produto em mãos. Sem dúvida é bem mais barato comprar pela internet, mas é preciso esperar vários dias até que o produto chegue em casa.

Só que as empresas online estão acordando para este fato. A Amazon já está buscando ofertar entregas rápidas em até 2 dias. E agora o Mercado Livre começa a testar uma entrega mais rápida ainda, em até 24 horas!

Em parceria com a startup Delivery Center, a empresa argentina está experimentando essa nova modalidade na cidade de São Paulo, mais precisamente aos arredores do shopping Villa Lobos, para quem fizer a compra das 10h às 18h.

Se der certo, o Mercado Livre pretende expandir o serviço pouco a pouco para outras regiões do Brasil.

Empresas digitais estrangeiras poderão pagar mais imposto com a Reforma Tributária

(Luis Macedo/Câmara dos Deputados)

A bola da vez no Congresso Nacional é a Reforma Tributária. Se por um lado a proposta pode servir de impulso para as criptomoedas no Brasil, por outro pode tornar serviços como Uber e Netflix mais caros para o consumidor.

Isso porque a PEC 45, de autoria do deputado Baleia Rossi, prevê a unificação de vários impostos em um único Imposto sobre Operações de Bens e Serviços (IBS). E este imposto seria cobrado de forma diferenciada para empresas que atuem pela internet. Empresas como Netflix e Uber, que não são taxadas da mesma forma que companhias nacionais. A Reforma Tributária visa corrigir esta injustiça.

A revisão dos impostos brasileiros é muito bem vinda. Porém não pode ser ferramenta de protecionismo de mercado, e sim de justiça tributária.

Nubank libera a função débito para todos

Depois de zerar a fila de espera para avaliação de cartão de crédito, a Nubank agora acelerou de vez. Acabou também com a fila de espera para a ativação da função débito de seu cartão.

Ou seja, se alguém quiser ser cliente da fintech de cartão de crédito mais famosa do Brasil, não vai esperar trocentos dias para ser avaliado e mais trocentos dias para ter a função débito. A aprovação (ou desaprovação) será breve. Sendo aprovado, o cartão já vai múltiplo. Assim, o cliente poderá usar a NuConta não só para pagamentos online, mas também nas compras em estabelecimentos comerciais.

A Nubank já está sendo avaliada em US$ 10 bilhões pelo mercado, depois que a Softbank (multinacional japonesa de telecomunicações e internet) considerou entrar no negócio.

Atlas Quantum continua operando normalmente

Site do Atlas Quantum
(Internet)

Parte dos recursos aplicados pela Carteira Daninvest está alocada na corretora digital Atlas Quantum, cujo sistema de investimento foi detalhado aqui.

Esta corretora ganhou os holofotes nos últimos dias por 2 motivos: pela intensa campanha publicitária e pelo comunicado da CVM para que a corretora interrompa a oferta pública de arbitragem no Brasil.

O que ocorreu foi uma mera trava burocrática. De acordo com a Exame, “essas oportunidades de investimento configuram Contratos de Investimento Coletivo (CIC), nos termos do art. 2°, IX, da Lei n° 6.385, e, portanto, somente podem ser ofertadas publicamente mediante registro ou dispensa na CVM.” 

Ou seja: a Atlas Quantum não pode, temporariamente, captar novos clientes e recursos por falta de um simples registro.

É só providenciar a papelada e tocar o barco.

As baterias de celular feitas de grafeno vêm aí

Um dos maiores dramas do cidadão classe média do século XXI – a pequena duração da bateria de celular e o grande tempo usado para carregá-lo – pode ter fim em 2020.

A Samsung planeja mudar a composição de suas baterias de celular de lítio para o grafeno. E quer lançar modelos de celular com este tipo de bateria já no ano que vem.

E quais são as vantagens deste material?

1. Recarregamento mais rápido. Baterias de grafeno podem ter a carga completa em apenas meia hora;

2. Maior durabilidade. O grafeno demora mais tempo para desgastar-se do que o lítio. A bateria vai demorar mais tempo para ficar “viciada”;

3. Maior segurança. Volta e meio ficamos sabendo de alguns casos de baterias que pegaram fogo. De acordo com os especialistas, as características do grafeno diminuem drasticamente as chances de superaquecimento.

O que é a tão falada Indústria 4.0

O Brasil tem aproximadamente 12,8 milhões de pessoas desempregadas. É uma das maiores taxas de nossa história.

O senso comum atribui esta expressiva taxa à recessão econômica do biênio 2015-2016 e a lenta recuperação posterior. Porém há alguns que enxergam um motivo a mais para este número: a era da Indústria 4.0.

Também conhecida como a Quarta Revolução Industrial, a ideia da Indústria 4.0 resume-se na reunião de “máquinas inteligentes, análise computacional avançada e trabalho colaborativo entre pessoas conectadas para gerar profundas mudanças e trazer eficiência operacional para setores industriais diversos: manufatura, transporte, energia e saúde.” (Sebrae)

Trocando em miúdos: Indústria 4.0 é a automatização de rotinas por robôs e sistemas inteligentes que processam bilhões de dados.

Há quem defenda que parte considerável do desemprego brasileiro já é reflexo dessa nova era.

Eu tenho minhas dúvidas. O Brasil ainda não é tão desenvolvido assim nesta área.

Mas a tendência é essa.

Derrubando mitos sobre robôs no mercado de trabalho

Alguns entusiastas mais exaltados e empregados mais amedrontados às vezes exageram nas previsões que fazem acerca da automatização do trabalho. É bem verdade que algoritmos inteligentes estão cada vez mais presentes no dia-a-dia das empresas, mas isso não significa necessariamente demissões em massa.

Pois a Ernest & Young, uma das maiores consultorias de empregabilidade do mundo, diz que o diabo não é tão feio quanto parece. Não há dúvida de que o profissional que quer se manter competitivo no mercado de trabalho deve, sim, manter-se atualizado em relação às inovações digitais de sua área. Mas é preciso moderação.

Por isso, a consultoria listou os 3 mitos mais comuns sobre transformação digital no mercado de trabalho:

1 – “Todo o trabalho em escritórios será automatizado;”
No curto e médio prazo, as automações funcionam melhor em tarefas específicas.

2 – “Todos os empregados podem ser substituídos por máquinas;”
Funções estratégicas que exijam análise acurada e criatividade serão dos humanos por um longo tempo.

4 – “As novas tecnologias são a garantia de lucro.”
A tecnologia ajuda a dar velocidade e precisão a um negócio, mas é inútil se não for combinada com uma sólida estratégia de vendas.