Crescimento populacional vs Crescimento do PIB

(Foto/Jornal de Negócios do Sebrae/SP)
(Foto/Jornal de Negócios do Sebrae/SP)

Em 2015, a estimativa populacional do Brasil era de 206 milhões de pessoas. Em 2018, a estimativa foi de 208,4. Ou seja, em 3 anos, um crescimento de 1,16%.

Então por que diabos os economistas insistem em querer que o Brasil tenha um crescimento do PIB consistente, na casa dos 3% anuais? Não bastaria acompanhar o crescimento populacional? Se a população cresce em ritmo lento, porque o PIB precisa crescer aceleradamente?

Basicamente por 2 motivos.

Primeiro, o PIB per capita é de aproximadamente R$ 32.629, ou R$ 2.719 por mês. Dependendo do local em que se vive, pode ser muito ou pouco. Mas como a maioria dos brasileiros vive em centros urbanos, é pouco. Mas é pior: sabemos que há desigualdade entre rendimentos. A maior parte da população vive com um salário mínimo cada.

Isso nos leva ao segundo motivo. Com crescimento baixo, o mercado torna-se um jogo de soma-zero. Ou seja, para alguém ganhar, outro vai ter que perder. Sem geração de valor, será muito difícil para que o pobre melhore sua renda. Pois para isso, algum rico terá que diminuir a sua. E dadas as condições do jogo, o rico tem muito mais chances de manter seu patrimônio do que o pobre tem de tirar-lhe um pedaço. E não pense que o estado pode resolver essa parada. Pois o nível de impostos já está nas alturas, o que desestimula os ricos a investirem em negócios que gerem riqueza. Esse não é o caminho.

Para se promover a diminuição da pobreza, o caminho é estimular a livre iniciativa e conter os oligopólios.

É fazer de tudo para a economia decolar!

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