“Coringa”, com Joaquin Phoenix, é um filme superestimado

Esta é a opinião de um mero fã da franquia “Batman,” especialmente da franquia produzida pelo diretor Cristopher Nolan, e não por um crítico de cinema.

Pois é isso mesmo o que eu acho. Assisti ao “Coringa” do diretor Todd Phillips e interpretado por Joaquin Phoenix e, francamente, não achei isso tudo o que andam falando por aí.

É um filme demasiadamente carregado no drama, na política, no terrorismo e fraco de inteligência e estratégia por parte do vilão, características marcantes no Coringa de Heath Ledger e Nolan. Com seus jogos macabros a la Jigsaw, aquele Coringa despertava os instintos mais sujos da sociedade de Gotham. E nos fazia pensar.

Já este de 2019 está mais para um maluco que se vitimiza e que não tem o charme da sagacidade. É a história do surgimento de um Coringa que não pode ser considerado a origem daquele de Nolan. E por isso decepciona.

O Coringa de 11 anos atrás não era apenas um agente do caos. Ele queria passar a mensagem de que, quando o indivíduo está sem dinheiro ou sem esperança, é capaz de fazer coisas horríveis para sobreviver ou se vingar. Como aconteceu com Harvey Dent, o Duas-Caras.

Já o Coringa de Phillips não quer passar mensagem nenhuma. É apenas um homem perturbado mentalmente que, sem nenhuma estratégia, apenas sai matando ricos para demonstrar sua revolta contra a alta sociedade de Gotham. E, graças a economia em crise, encontra apoio na população, sem nunca realmente ter desejado isso. Além de uma mensagem pobre, ela é perigosa para nosso mundo real.

Quando passar todo esse frenesi em torno do filme (que está sendo potencializado por milhões de dólares em orçamento de marketing), o público vai perceber que o inteligente Coringa de Cristopher Nolan e Heath Ledger continua merecendo o título de melhor antagonista do Batman já visto nos cinemas.

Aplique David Ricardo em sua vida profissional

A teoria do economista David Ricardo (1772-1823) pode ser resumida em uma simples frase: aplique-se no que você sabe fazer de melhor.

Pois se você dedica considerável parte do seu tempo em coisas que não faz muito bem nem muito rápido, vocês está deixando de otimizar seu tempo produtivo e, consequentemente, ganhando menos dinheiro.

Por exemplo, se você é um designer gráfico, é preferível se associar a uma pessoa que entende de vendas do que tentar fazer as duas coisas. Você vai desempenhar um mal serviço de vendas e vai deixar de produzir ótimas peças publicitárias.

Já imaginou o grande trabalho que você teria se precisasse fazer o seu próprio Big Mac? Teria que criar um boi, depois matá-lo, depois processar a carne, enquanto esperava a alface crescer, além do trigo do pão… sem falar do custo disso tudo.

Mas se você focar em uma atividade de boa demanda no mercado, vai ganhar um bom dinheiro, e precisará gastar apenas uns R$ 11 para desfrutar deste delicioso sanduíche.