Ações do Banco Pan já valorizaram-se quase 250% em 2019

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Uma das grandes sensações da bolsa de valores brasileira é, sem dúvida, o Banco Pan. O ex-banco de Silvio santos valorizou-se quase 250% neste ano. Ou seja, quase QUADRIPLICOU de valor em poucos meses. Mas por que?

Os investidores acreditam que a primeira grande valorização deveu-se à intenção da Caixa Econômica em apressar-se em vender sua participação no capital do banco, anunciado ao final de janeiro.

Porém não foi só isso. O balanço positivo e a indicação da Empiricus fez, no final do mês passado, dar um salto significativo.

Tudo indica que o futuro da empresa continua promissor, principalmente com o forte viés de negócio digital que a empresa adquiriu este ano.

Sobram empregos em TI, e sem precisar de faculdade

Muito interessante esta reportagem do Infomoney (uma das minhas fontes preferidas), constatando que, enquanto há um contingente de 13,2 milhões de desempregados, SOBRAM vagas em TI.

Além de não exigirem mais graduação na área, as empresas que necessitam de mão de obra especializada na área oferecem treinamento para os interessados. E muitos deles com diploma de engenheiro, advogado, entre outros.

Realmente programar não é um bicho de sete cabeças. Não necessita tanto assim de matemática, apenas aquela básica, praticamente aritmética. E raciocínio lógico que todos tem, aquele que diz que, se carros estão passado, você não deve atravessar a rua. Simples assim.

Fora que há farto material pré-codificado na internet. Quase nada mais é feito do zero no mundo da programação.

Empresas estatais brasileiras vão emagrecer

O STF julgou ontem a liminar de Ricardo Lewandowisk que proibia a venda de empresas estatais sem o aval do congresso. Ficou definido que as matrizes não podem ser vendidas sem a autorização do Parlamento. Mas as subsidiárias, que são as empresas em que as estatais possuem participação, não. Estas podem ser vendidas na canetada.

Com isso vai se cumprindo a promessa do secretário-geral das privatizações Salim Mattar, de que ao final do governo Bolsonaro-Paulo Guedes, só restarão Petrobras, Banco do Brasil e Caixa “magrinhas.”

Que estas medidas se traduzam em competição, emprego e renda, para valerem a pena.

Os dólares estão voltando ao Brasil

Há cerca de um mês e meio que não se via o dólar a R$ 3,86. Se está baixando, é porque os dólares estão voltando. E voltando com força.

O investidor estrangeiro está olhando com outros olhos para cá. Está recomeçando a ter confiança no governo Bolsonaro. Abril foi um mês turbulento na relação entre o executivo-legislativo, e isso afastou grandes players do mercado. Agora que os ânimos se arrefeceram um bocado e os poderes estão se entendendo, o mercado volta a acreditar no Brasil. E contribuiu muito para isso a aprovação da MP 871 ontem, que começa a arrumar de fato as finanças do governo.

Que essa confiança se traduza em empregos.

Até Paulo Guedes concorda que há concentração bancária no Brasil

Por mais que a Febraban queira dizer que a concentração bancária é normal no Brasil, que em outros países da Europa também é assim, que o mercado bancário nos EUA é uma exceção, não dá para tapar o sol com a peneira. Até o guru do mercado concorda.

Paulo Guedes, Ministro da Economia, foi à câmara dos deputados hoje defender a reforma da previdência. Papo vai, papo vem, e surgiu o assunto sobre a concentração bancária brasileira que, de acordo com os críticos, provoca uma espécie de combinação de valor dos juros cobrados ao consumidor, sempre altos. Guedes disse que “o lucro dos bancos é alto porque são só ‘cinco ou seis’ instituições. Guedes afirma que ‘precisamos de competição, tudo no Brasil é cartelizado.”

Alguém discorda?

Mas as fintechs estão mudando este cenário. Basta elas terem coragem.

Banco Itaú acentua atendimento digital prevendo fechar 400 agências

Banco digital

O banco Itaú está prestes a realizar um agressivo movimento para acelerar a transformação digital do seu atendimento.

Fontes da Reuters informam que a direção do banco pretende fechar 400 agências nos próximos 2 anos. O número representa cerca de 10% das suas unidades ativas. Em resposta, o banco não desmentiu o comunicado, limitando-se a dizer que está sempre readequando sua rede de atendimento às necessidades dos clientes.

É um caminho sem volta, por mais que os bancões tentem negar. Ano passado, ao comentar o fechamento de mais de 1.500 agências em 2017, o CEO do Bradesco, Octavio de Lazari, dava a entender que seu banco ia parar com o fechamento das agências. Mas o que se viu foi que o encerramento de nada menos do que 132 unidades do Bradesco em 2018.

A retomada do crescimento econômico começa HOJE, com a aprovação da MP 871

Senado Federal

Pelo menos 42 senadores da República estão reunidos neste momento em Brasília para aprovarem a Medida Provisória 871, que endurece o combate às fraudes do INSS. É esperado uma economia de pelo menos R$ 100 bilhões nos próximos 10 anos para os cofres públicos.

Se aprovada, será o início da reforma da previdência e o início da retomada do crescimento da economia brasileira. Pois o valor representa 20% da proposta da reforma da previdência de Michel Temer e 10% e da reforma de Bolsonaro. É um número considerável e nada desprezível.

Que os senadores façam a coisa certa, em nome dos 13,4 milhões de desempregados e 4,7 milhões de desalentados no Brasil.

Bitcoin está indo ladeira abaixo

A criptomoeda Bitcoin desceu a ladeira nesta semana, com desvalorização de 30% e ficando, pela primeira vez, abaixo de US$ 5.000 desde setembro do ano passado.

Fosse apenas o Bitcoin caindo, estaria tudo bem, faz parte da vida. Porém sua queda arrastou consigo importantes moedas virtuais como Ethereum, Bitcoin Cash e Stellar. Na verdade, foi uma queda generalizada.

Tempos difíceis para quem apostou nesta tecnologia revolucionária recentemente.

Mas para quem apostou há anos atrás, não há motivo para pânico.

Nubank é avaliada em US$ 4 bilhões por empresa chinesa

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A gigante chinesa de tecnologia Tecent, que possui serviços semelhantes ao Whatsapp e ao Pypal, acabou de comprar 5% da fintech Nubank pela bagatela de US$ 200 milhões. Com isso, a empresa brasileira de cartões de crédito sem anuidade passou a valer nada menos do que US$ 4 bilhões!

É um espanto! Pois a Nubank é uma fintech que nasceu a poucos anos e já vale tudo isso no mercado internacional. Confirma não só a potencialidade do negócio, mas também uma verdade indubitável: é possível uma empresa de cartão de crédito ser altamente lucrativa sem cobrar anuidade de seus clientes.

A nova era para os grandes bancos já começou

Deu no blog do Lauro Jardim:

Bancos perdem R$ 150 milhões na disputa com XP e outras corretoras

Definitivamente, são novos tempos para os bancões. Todos foram obrigados a reduzir a zero suas tarifas para aplicação no Tesouro Direto. Até duas semanas atrás, cobravam 0,5% ao ano.

Para fazer frente à XP e outras corretoras que têm tarifa zero para esse investimento, Itaú, Bradesco, Santander e Banco do Brasil passaram a trabalhar de graça para os investidores neste produto.

De acordo com a estimativa feita por um especialista, a redução vai significar R$ 150 milhões a menos em seus balanços anuais.

 

Pois é. A influência das Fintechs já começou a atingir o balanço dos grandes bancos. A pulverização do sistema financeiro e, por consequência, o barateamento dos serviços está a pleno vapor! É sim uma nova era.

Resta saber agora se as maiores fintechs permitirão serem engolidas pelos seus grandes concorrentes (incorporadas, no caso) ou farão como o Facebook, que não se vendeu no início e tornou-se um gigante.