Governo acha 140 mil aposentadorias irregulares

(Internet)
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A MP 871, aprovada no início de junho, já está rendendo ao governo uma economia estimada em R$ 21 bilhões em 10 anos. E estes são números preliminares.

Reportagem do jornal O Globo traz a informação de que técnicos do governo federal suspenderam cera de 140 mil benefícios irregulares, como pagamentos realizados após a morte do aposentado, além de fraudes com documentos falsificados.

A Seguridade Social é fundamental para amparar nossos idosos na fase da vida em que temos mais dificuldade de trabalhar. Por isso é fundamental esta auditoria no pagamento dos benefícios, para que o dinheiro vá para quem realmente precisa.

Maia quer mudanças para futuros servidores

(Reprodução)
(Reprodução)

Na entrevista que concedeu à GloboNews, o presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia defendeu mudanças nas regras para servidores públicos, como o fim da estabilidade, plano de carreira mas estendido, estabelecimentos de metas claras e maior equiparação salarial com o setor privado. De acordo com Maia, em relação ao setor privado, o setor público está caro demais.

Mas os atuais servidores podem ficar tranquilos: Maia deixou claro que as mudanças só valeriam para os que entrarem.

“Na Reforma Administrativa, você mexe mais na construção do futuro que a do passado, você não mexe com quem já está na carreira”, disse Maia.

Chicago Boy a favor de bancos de fomento

(AP Photo/Eraldo)
(AP Photo/Eraldo)

Quem disse que todo formado pela Universidade de Chicago é a favor do estado “mínimo do mínimo do mínimo?”

Pois Joaquim Levy, recém demitido por Bolsonaro do BNDES (sim, demitido virtualmente em público) e com doutorado em economia pela Universidade de Chicago, recentemente defendeu a existência de bancos de fomento como o BNDES. Ele afirmou que esses bancos sempre serão importantes, pois o capital privado nem sempre chega onde é mais necessário. Os bancos públicos, segundo ele, permitem a democratização do crédito.

Pois é, ainda há liberais sensatos no mercado, aqueles que sabem que é preciso lisura na administração dos bancos públicos, mas que sabem de sua importância para os mais pobres.

Chegou o inverno financeiro da Netflix

(Getty Images)
(Getty Images)

Aquilo que muitos (ex-)assinantes suspeitavam está acontecendo: a Netflix entrou oficialmente em decadência.

A empresa anunciou ontem que perdeu nada menos do que 130 mil assinantes somente nos EUA. Como reflexo, suas ações despencaram incríveis 11% em um único dia.

Os motivos já foram esclarecidos neste post, mas vale a pena relembrar resumidamente: baixa renovação do acervo, perda de grandes produtos de terceiros e aumento da concorrência.

A Netflix era a vanguarda da exibição de filmes e séries por streaming. Só que outras produtoras perceberam que esta era uma nova e forte tendência de negócio e resolveram entrar no jogo também. Com isso, a Netflix vai perdendo mercado, o que é saudável para o consumidor, pois as opções aumentam e os preços barateiam.

Cuidado com a fintech em que seu dinheiro está

Fintechs
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O lançamento de diversos apps de serviços financeiros é muito saudável para aumento da concorrência e, com isso, a diminuição dos custos dos serviços bancários. Mas como em todo o mercado que conquista um crescimento vertiginoso, vem a pergunta: há espaço para todos?

De acordo com analistas ouvidos pelo Estadão, não. A demanda é insuficiente.

No momento, os bancos digitais não têm reportado robustos lucros. Alguns dão até prejuízo. O foco, neste momento, é aumentar a base de clientes, para depois oferecer um leque de serviços financeiros com preços bem mais em conta do que os praticados pelos bancões.

O mercado de bancos digitais está na (boa) fase de de crescimento. Tudo é festa. Mas acredito que, em cerca de 4 anos, ele se consolidará com a compra de algumas fintechs pelos grandes bancos, a consolidação de outras no mercado e a falência das demais.

Por isso, caro leitor, tenha cuidado.

A repercussão do post sobre Tabata Amaral

(Print do Facebook)
(Print do Facebook)

No dia 10 de julho, fiz um post sobre a decisão da deputada Tabata Amaral em contrariar a determinação do comando do seu partido, que a ameaçou de expulsão, e votar com a sua convicção.

Não entrei no mérito sobre ela estar certa ou errada. Apenas fiz um paralelo com o mercado de trabalho destacando que, quando o profissional é qualificado, ele não teme ser demitido se contrariar as vontades do chefe ao fazer o que acha que é correto.

O tema evidenciou, mais uma vez, a polarização política no Brasil. Reitero que a questão central do post não era avaliar a posição política da deputada. Mas não adianta: atualmente, no Brasil, política virou futebol. Tudo é motivo para debate.

No Facebook, a postagem gerou dezenas de reações. Dos 71 comentários até o momento, foram 15 a favor e 41 contra. Já nas curtidas, foram 35 a favor e 22 contra. E 20 compartilhamentos.

No balanço final, foram 70 reações a favor e 63 contra.

Como não é necessário uma votação majoritária para que a deputada se reeleja, acredito que Tabata ganhou muito mais do que perdeu com o episódio.

Antipatia gera prejuízo para Bruna Marquezine

Bruna Marquezine
(Internet)

De acordo com Leo Dias, jornalista do mundo das celebridades, Bruna Marquezine tem sido propositalmente mais simpática com fãs e jornalistas.

Ele explica que a reputação que a atriz conquistou entre seus colegas era a de ser uma celebridade antipática e inacessível. Com isso, seu cachê caiu vertiginosamente.

Este problema de imagem gerava diversas notas negativas sobre a jovem todos os dias nos veículos de comunicação. Para contornar esta situação, sua empresária Juliana Mattoni usou a mesma estratégia que Tiririca ofereceu ao Bolsonaro: descer do pedestal.

O episódio ilustra bem como um(a) profissional que lida com o público, como vendedores, políticos(as) e empresários(as), deve se portar: simpático(a) e acessível. Senão o cliente se afasta. E gera prejuízo.

Petrobras e Banco do Brasil aceleram desinvestimentos

Refinaria da Petrobras
(internet)

Reportagem do Estadão deste domingo mostrou que, apesar do programa de desestatização do governo estar indo devagar, empresas como Petrobras e Banco do Brasil estão realizando desinvestimentos de forma acelerada.

Somente no 1º semestre, as estatais brasileiras arrecadaram um total de R$ 54 bilhões entre concessões e privatizações.

Destaque para a Petrobras, que já levantou cerca de R$ 33,1 bilhões somente com a venda da subsidiária Transportadora Associada de Gás (TAG).

Mais modesto, porém ágil, foi o Banco do Brasil, que também contribuiu com aproximadamente R$ 1,8 bilhão ao vender sua participação na Neoenergia.

Até o fim do governo Bolsonaro, a meta do Ministério da Economia é arrecadar R$ 450 bilhões.

Por que investi em Bova11?

(pichet_w/Thinkstock)
(pichet_w/Thinkstock)

Finalizando a série de postagens sobre as razões de aquisição dos ativos da carteira Daninvest, chegou a hora de falar sobre as ações da Bova11.

Mas o que é Bova11? É uma ação de empresa? Não, é uma ação de exchange-traded fund (ETF). Uma ETF é um fundo de investimento que emite ações. Ou seja, em vez de você aplicar seu dinheiro no fundo, você compra suas ações. Se o fundo render bem, ele gera lucro, paga dividendos e a ação é valorizada.

O Bova11 é uma ETF que acompanha o índice Bovespa, que é composto pelas ações mais transacionadas na Bolsa de Valores de São Paulo – a B3.

Comprei ações dessa ETF em 13/06/2019, no dia em que o relator da Reforma da Previdência leu seu parecer na Comissão Especial da Câmara dos Deputados. Depois de muita negociação, a proposta mantinha uma economia perto de 1 trilhão em 10 anos, o que agradava o mercado. Então percebi o conjunto de ações das principais empresas brasileiras ganhariam valor com a aprovação da Reforma.

Naquele dia, o Ibovespa beirava a casa dos 100 mil pontos. E com a acachapante votação a favor da Reforma no plenário da casa, já há investidores afirmando que o índice fechará o ano em 120 mil pontos.

O viés é positivo. Mas o risco sempre vai existir.

FaceApp vira febre no Instagram e Facebook

Daniel Gomes envelhecido pelo FaceApp
(Reprodução /FaceApp)

Um aplicativo que te dá uma fotografia do futuro: este é o FaceApp, que virou mania neste domingo nas redes sociais.

O app caiu no gosto da galera: Instagram e Facebook foram inundados por fotos de amigos e amigas com o rosto realisticamente envelhecido. Sim, o aplicativo consegue implementar um efeito bastante verossímil, dando uma boa ideia de como será seu provável rosto daqui a uns 30 ou 40 anos.

É claro que tudo não passa de uma brincadeira, e não deve ser levado a sério. Mas é divertido ver como podemos ficar parecidos com nossos pais ou mães quando nossa idade avançar.

O App está disponível tanto para android quanto para iOS.