Ainda há uma mina de ouro a ser explorada com a criação de Apps

Você consegue enxergar, no curto e médio prazo, algum dispositivo que vai substituir o celular? Eu não vejo. O que vislumbro num futuro próximo são os celulares literalmente se desdobrando para apresentarem uma tela maior. Mas continuarão sendo nossos computadores portáteis, um instrumento útil para trabalho e diversão.

Aliás, olhe em volta: o que as pessoas fazem em boa parte do seu tempo livre? Estão no Whatsapp, Facebook, Instagram, Netflix (ou em outro streaming), no Youtube, jogando ou usando algum app no celular.

Não é à toa que as emissoras de TV estão em crise, enxugando seu quadro de funcionários. Os bilhões da propaganda estão migrando para o mobile. No EUA, já se investe mais em propaganda online do que na TV aberta. E no Brasil, ano após ano, a TV aberta perde orçamento para a internet.

Ou seja: ainda há um caminhão de dinheiro para ser distribuído aos produtores de conteúdo online. Principalmente para os desenvolvedores de Apps.

Diversos brasileiros já contam com milhões no banco por terem desenvolvido jogos simples e divertidos, como um game de matar formigas. Outros faturam alto com apps de meditação e similares. Bons exemplos não faltam.

E o melhor: é um mercado incipiente, com grande potencial de expansão!

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