Bitcoin está indo ladeira abaixo

A criptomoeda Bitcoin desceu a ladeira nesta semana, com desvalorização de 30% e ficando, pela primeira vez, abaixo de US$ 5.000 desde setembro do ano passado.

Fosse apenas o Bitcoin caindo, estaria tudo bem, faz parte da vida. Porém sua queda arrastou consigo importantes moedas virtuais como Ethereum, Bitcoin Cash e Stellar. Na verdade, foi uma queda generalizada.

Tempos difíceis para quem apostou nesta tecnologia revolucionária recentemente.

Mas para quem apostou há anos atrás, não há motivo para pânico.

Caixa vai abrir concurso para TI em 2019

tecnologia

De acordo com o site da Contec, a Caixa recentemente aprovou um plano de carreiras para a área da Tecnologia da Informação e pretende abrir concurso para estas vagas em 2019. Falta apenas o ok do Conselho Administrativo que, muito provavelmente, não deverá se opor, uma vez que há uma grande necessidade de profissionais dessa área em seu quadro, assim como há em qualquer instituição financeira nos dias de hoje.

Mas não será um concurso de encher os olhos. Como exemplo, podemos citar o concurso para TI do Banco do Brasil em 2018. Neste certame foram disponibilizadas apenas 30 vagas (contra 150 mil inscritos) em que o felizardo deveria estar preparado para ser lotado tou no Rio de Janeiro, ou São Paulo ou Brasília.

Quem se habilita?

Nubank é avaliada em US$ 4 bilhões por empresa chinesa

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A gigante chinesa de tecnologia Tecent, que possui serviços semelhantes ao Whatsapp e ao Pypal, acabou de comprar 5% da fintech Nubank pela bagatela de US$ 200 milhões. Com isso, a empresa brasileira de cartões de crédito sem anuidade passou a valer nada menos do que US$ 4 bilhões!

É um espanto! Pois a Nubank é uma fintech que nasceu a poucos anos e já vale tudo isso no mercado internacional. Confirma não só a potencialidade do negócio, mas também uma verdade indubitável: é possível uma empresa de cartão de crédito ser altamente lucrativa sem cobrar anuidade de seus clientes.

A nova era para os grandes bancos já começou

Deu no blog do Lauro Jardim:

Bancos perdem R$ 150 milhões na disputa com XP e outras corretoras

Definitivamente, são novos tempos para os bancões. Todos foram obrigados a reduzir a zero suas tarifas para aplicação no Tesouro Direto. Até duas semanas atrás, cobravam 0,5% ao ano.

Para fazer frente à XP e outras corretoras que têm tarifa zero para esse investimento, Itaú, Bradesco, Santander e Banco do Brasil passaram a trabalhar de graça para os investidores neste produto.

De acordo com a estimativa feita por um especialista, a redução vai significar R$ 150 milhões a menos em seus balanços anuais.

 

Pois é. A influência das Fintechs já começou a atingir o balanço dos grandes bancos. A pulverização do sistema financeiro e, por consequência, o barateamento dos serviços está a pleno vapor! É sim uma nova era.

Resta saber agora se as maiores fintechs permitirão serem engolidas pelos seus grandes concorrentes (incorporadas, no caso) ou farão como o Facebook, que não se vendeu no início e tornou-se um gigante.

Como foi a privatização do Banespa

Muitos funcionários do Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal temem a privatização destas instituições financeiras com a eleição de Bolsonaro ou Alckmin. Se um dia isso se tornar realidade, como os funcionários seriam tratados?

Eis um depoimento de um ex-funcionário do Banespa, que não foi demitido e continuou trabalhando como funcionário do Santander:

“Fizeram um Plano de Demissão Voluntária (PDV) e saíram mais funcionários do que o esperado. Quem ficou, precisou abrir mão de certas coisas. Ficamos com o salário congelado 3 ou 4 anos, acabaram com os abonos de falta e compraram o anuênios. Continuamos com nosso fundo de pensão – Banesprev e nosso plano de saúde próprio – a Cabesp. Quem trabalhava ficou até se aposentar.  Não posso reclamar muito, apesar de ter o salário reduzido e a perda de direitos. Fiquei até  o final e só fui mandado embora porque entrei na justiça contra o banco, mas já estava aposentado pelo INSS.”

Youtube e Doritos, as marcas queridas dos jovens

Um estudo elaborado pela consultoria norte-americana de marketing Ypulse listou as marcas preferidas da Geração Z que, segundo eles, são os nascidos(as) a partir de 1997.

O Youtube foi o campeão de preferência, seguido do snack Doritos. Em terceiro vem o biscoito recheado Oreo, seguido pelo Netflix e Hershey´s.

Vale lembrar que a pesquisa foi feita com jovens americanos. Porém sabemos que a cultura norte-americana é referência para os nossos jovens.

Bitcoin já perdeu metade do seu valor em 2018

O ano de 2018 não tem sido nada bom para quem investiu em Bitcoins no final de 2017. Desde 1 de janeiro, a criptomoeda perdeu metade do seu valor. Passou de R$ 53.149 por moeda para  R$ 25.945.

Já quem investiu no começo de 2017 não tem do que reclamar. A moeda estava em R$ 3.650 naquela época. Logo, o valor investido foi multiplicado por sete.

Revista Time é vendida para empresa de tecnologia

Foi divulgada hoje a venda da revista Time para Marc Benioff, presidente da empresa de software Salesforce, pelo valor de US$ 190 milhões.

A transação reforça a tese de que o core business do jornalismo será a informação digital, mais barata e menos física, o que vai acarretar demissões de jornalistas jurássicos e com gordos salários.

Sem dúvida a tradicional revista americana será modernizada e agregará valor tecnológico à sua credibilidade.

Folha alerta grandes bancos para as Fintechs

É impressionante a força da revolução das Fintechs. Quase que diariamente temos notícias sobre essa esperança de maior competição no mundo financeiro.

Hoje foi a Folha de São Paulo que trouxe uma reportagem bacana sobre o desafio que os grandes bancos terão com a competição das Fintechs.

Evidentemente, muitas que se destacarem serão absorvidas (compradas). Mas algumas resistentes poderão fazer história, assim como fez o Facebook, ao resistir vender-se para o Yahoo e hoje ser uma das empresas mais valiosas do mundo.